
Crônica feita pra faculdade, mas até que ficou boa. Ainda valeu um comentário que eu sou o mais feminista da classe, que assim seja.
As mulheres estão cada vez mais fortes na nossa sociedade. Isso não é novidade para ninguém, pelo contrario é algo natural, que mais cedo ou mais tarde iria acontecer. Pelo menos é o que todos nós esperávamos, e por sorte esta acontecendo mesmo.
Na política, na vida social, nas empresas, na imprensa, não importa, em qualquer lugar as mulheres estão em destaque deixando nós, os pobres homens, a ver navios. Pegando os números das eleições isso fica muito evidente que a nossa força já não é tão grande assim, e o sexo frágil começa a mudar de lado.
Na cidade de São Paulo, o número de eleitoras superou o de eleitores, em termos de porcentagem a diferença é pouca, quase três por cento. Mas em números gerais a disparidade é muito grande. São 15.138.620 mulheres contra 13.937.295 homens, ou seja, mais de 1 milhão de pessoas.
Quando falamos em eleitorado, as mulheres são maioria, porém se tratando de candidatos elas ficam bem atrás, tão atrás que os partidos não conseguem nem respeitar a lei que diz que os partidos devem ter no mínimo de 30% de candidatos de cada sexo. Elas representam apenas 20,8%, quase 10% a menos do previsto na legislação.
Os eleitos ainda refletem a realidade dos candidatos, ou pior, a porcentagem de mulheres eleitas é menor. Em São Paulo, dos 55 vereadores eleitos, apenas 6 são mulheres. Pouco realmente. Porém a boa novidade é que uma delas foi a 5ª mais votada no município.
Nos Estado Unidos, uma das presidenciáveis no começo do ano era uma mulher, aliás, uma ex-primeira dama. Hilary Clinton chegou muito perto de disputar as eleições para a presidência dos EUA, porém perdeu na disputa interna do partido para o recém eleito Barack Obama.
Os cargos executivos na política brasileira têm um número considerável ocupado por mulheres, com o é o caso da Governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius. E uma possível sucessora do nosso presidente Lula, também é uma mulher. A atual ministra da casa civil Dilma Russef, que tem um grande passado nas lutas políticas no Brasil.
Não querendo fazer juízo de valores, pelo contrario, apenas reforçando a idéia de que para haver uma democracia plena, não podemos eleger sempre os mesmos candidatos, nem os mesmo partidos. Isso devia valer também para o sexo dos candidatos, por que não inovar? Quem sabe uma mulher no governo, ou em maioria da câmara de deputados e vereadores, nas assembléias, ou em qualquer lugar que os homens atualmente dominam, não traria uma melhora.
Já foram dadas muitas chances para os nossos homens da política, e eles não fizeram nada, ou melhor, fizeram muito pouco. Uma mulher não poderia ser o começo de uma mudança, ou de uma melhora mais significativa?
Os números e o pensamento das pessoas nos leva a crer que uma mudança irá, em breve, acontecer. Ninguém garante que as coisas irão melhorar com uma representante do sexo feminino no comando. Porém também não podemos ignorar os fato de que muitas - e são muitas mesmo – vezes as mulheres se mostram mais preparadas que os homens.
As mulheres estão cada vez mais fortes na nossa sociedade. Isso não é novidade para ninguém, pelo contrario é algo natural, que mais cedo ou mais tarde iria acontecer. Pelo menos é o que todos nós esperávamos, e por sorte esta acontecendo mesmo.
Na política, na vida social, nas empresas, na imprensa, não importa, em qualquer lugar as mulheres estão em destaque deixando nós, os pobres homens, a ver navios. Pegando os números das eleições isso fica muito evidente que a nossa força já não é tão grande assim, e o sexo frágil começa a mudar de lado.
Na cidade de São Paulo, o número de eleitoras superou o de eleitores, em termos de porcentagem a diferença é pouca, quase três por cento. Mas em números gerais a disparidade é muito grande. São 15.138.620 mulheres contra 13.937.295 homens, ou seja, mais de 1 milhão de pessoas.
Quando falamos em eleitorado, as mulheres são maioria, porém se tratando de candidatos elas ficam bem atrás, tão atrás que os partidos não conseguem nem respeitar a lei que diz que os partidos devem ter no mínimo de 30% de candidatos de cada sexo. Elas representam apenas 20,8%, quase 10% a menos do previsto na legislação.
Os eleitos ainda refletem a realidade dos candidatos, ou pior, a porcentagem de mulheres eleitas é menor. Em São Paulo, dos 55 vereadores eleitos, apenas 6 são mulheres. Pouco realmente. Porém a boa novidade é que uma delas foi a 5ª mais votada no município.
Nos Estado Unidos, uma das presidenciáveis no começo do ano era uma mulher, aliás, uma ex-primeira dama. Hilary Clinton chegou muito perto de disputar as eleições para a presidência dos EUA, porém perdeu na disputa interna do partido para o recém eleito Barack Obama.
Os cargos executivos na política brasileira têm um número considerável ocupado por mulheres, com o é o caso da Governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius. E uma possível sucessora do nosso presidente Lula, também é uma mulher. A atual ministra da casa civil Dilma Russef, que tem um grande passado nas lutas políticas no Brasil.
Não querendo fazer juízo de valores, pelo contrario, apenas reforçando a idéia de que para haver uma democracia plena, não podemos eleger sempre os mesmos candidatos, nem os mesmo partidos. Isso devia valer também para o sexo dos candidatos, por que não inovar? Quem sabe uma mulher no governo, ou em maioria da câmara de deputados e vereadores, nas assembléias, ou em qualquer lugar que os homens atualmente dominam, não traria uma melhora.
Já foram dadas muitas chances para os nossos homens da política, e eles não fizeram nada, ou melhor, fizeram muito pouco. Uma mulher não poderia ser o começo de uma mudança, ou de uma melhora mais significativa?
Os números e o pensamento das pessoas nos leva a crer que uma mudança irá, em breve, acontecer. Ninguém garante que as coisas irão melhorar com uma representante do sexo feminino no comando. Porém também não podemos ignorar os fato de que muitas - e são muitas mesmo – vezes as mulheres se mostram mais preparadas que os homens.


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